ecos, vultos, relances, flashs.
um grão de areia no olho do furacão, uma gota d'agua no oceano
sou tudo, sou nada
olhos abertos em função de ver, olhos fechados em função de enchergar.
cigarro aceso e um gole de insanidade
sou tudo, sou nada
na verdade eu não sou nada, mas esse fato me torna tudo.
vejo tanta hiprocrisia embrulhada pra presente, e almas entaladas no ralo
pessoas programadas pra pensar e fazer as mesmas coisas, dia após dia..
são apenas memórias perdidas, perdidas na luz
perdidas na luz, e cegas porque não querem ver.
eu me resumo apenas a isso, estou indo...
sou tudo, sou nada.
